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	<title>Bicha Fêmea &#187; Da Mente</title>
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	<description>Da mente, corpo e casa sãos.</description>
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		<title>Perfeccionismo e Obesidade</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 11:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidiane Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicha Fêmea Colaboradora]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Kotaka]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse pode ser uns dos aspectos mais limitadores de qualquer processo de emagrecimento. Vejo frequentemente, tanto na clínica quanto em alguns blogs, a baixa tolerância que se tem a respeito das limitações a que estão expostas. Dieta, regime, nada do que se intitula com esses nomes podem dar certo, porém tem vários locais propagando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="dropcap-first">Esse pode ser uns dos aspectos mais limitadores de qualquer processo de emagrecimento. Vejo frequentemente, tanto na clínica quanto em alguns blogs, a baixa tolerância que se tem a respeito das limitações a que estão expostas.</p>
<p>Dieta, regime, nada do que se intitula com esses nomes podem dar certo, porém tem vários locais propagando a fórmula mágica de perda de peso, quando já se tem claro que o caminho mais seguro e efetivo é a reeducação alimentar.</p>
<p><span id="more-4975"></span></p>
<p>Afinal, o que significa reeducação alimentar? Vejam, nada mais é do que um processo onde se aprende algumas orientações nutricionais específicas, e se incorpora hábitos alimentares saudáveis. Porém, mesmo com uma enxurrada de informações a respeito do que é e como deve ser um processo de emagrecimento, vemos uma grande dificuldade das pessoas incorporarem um tratamento correto, onde se cuida tantos dos aspectos nutricionais como os emocionais, e aí entra como tema de hoje: o perfeccionismo.</p>
<p>As pessoas estabelecem regras rígidas de dietas, e quando saem da linha, acabam por “chutar o balde” e comem tudo aquilo que suas metas estabeleciam como proibidas. Como não seguiam uma reeducação alimentar real, esse erro acaba por gerar ciclos compulsivos, pois não conseguem lidar com a falha, entram naquela condição do “tudo ou nada, onde ou são perfeitos e seguem uma dieta, ou não são, e estão destinados ao fracasso total.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/dieta-e-obesidade.jpg"><img class="size-medium wp-image-4976 aligncenter" title="apple with red centimeter tape" src="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/dieta-e-obesidade-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Será que podemos e conseguimos ser perfeitos? Por que não podemos errar, tropeçar, se somos humanos e temos limites? Onde se aprendeu que não se erra? O que na sua vida te fez pensar que errar é sinônimo de fracasso?</p>
<p>Vamos pensar e rever essas crenças, pois elas podem estar bloqueando um processo adequado de perda de peso.</p>
<p>Não somos perfeitos e não temos que ser…</p>
<p><em>Imagem: </em><a href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><em>stock.xchng</em></a></p>
<p><strong><em>Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica</em></strong></p>
<p>Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares</p>
<p><a href="http://www.comportamentomagro.com.br" target="_blank">WWW.comportamentomagro.com.br</a></p>
<p><strong>Quer ser uma bicha fêmea colaboradora? Então <a href="http://www.bichafemea.com/colabore/" target="_self">clique aqui </a>e saiba como&#8230;</strong></p>
<p><strong>Quer ler mais sobre comportamento no processo de emagrecimento?</strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2010/03/01/emagrecimento-saudavel/">O peso ideal é aquele que se sente bem…</a></em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2010/06/28/emagrecimento-expectativas/">Expectativas reais, você tem?</a></em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Ei! Quer ganhar um organizador de maquiagem lindão? <a href="http://www.bichafemea.com/2010/07/19/sorteio-bicha-femea-oz/" target="_self">Clique aqui </a>e participe do sorteio!</em></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Há vida após o casamento?</title>
		<link>http://www.bichafemea.com/2010/06/30/casamento-2/</link>
		<comments>http://www.bichafemea.com/2010/06/30/casamento-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 11:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidiane Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece que essa é mesmo a dúvida de quem casa imaginando-se entrar num conto de fadas, como uma princesa… Para quem romantiza a vida em excesso – porque fazer isso só um pouquinho é bom e faz bem, vamos combinar? – pode ter uma tremenda decepção pouco tempo depois do “e eles foram felizes para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="dropcap-first">Parece que essa é mesmo a dúvida de quem casa imaginando-se entrar num conto de fadas, como uma princesa…</p>
<p>Para quem romantiza a vida em excesso – porque fazer isso só um pouquinho é bom e faz bem, vamos combinar? – pode ter uma tremenda decepção pouco tempo depois do “e eles foram felizes para sempre… “.</p>
<p>É possível ser feliz para sempre? Alguém já disse que o “para sempre” é muito tempo…</p>
<p><span id="more-4815"></span></p>
<p>Controvérsias a parte, pessoalmente acredito que é possível ter momentos de felicidade diários, mas todos vividos com muito realismo. Esta é a leitura que faço da ideia de ser feliz para sempre, e pensando assim, eu acredito que esse é um tipo de felicidade muito possível.</p>
<p>Eu acredito que as diferenças possam existir entre um casal. Por que não? Um casamento representa um encontro de duas pessoas com educação e personalidade diferentes, não é? Como é possível acreditar que haverá concordância em tudo e sobre tudo?</p>
<p>Por outro lado, quando as divergências são resolvidas de forma madura e respeitosa, penso que elas só tendem a melhorar a gente como pessoa, no mínimo quanto ao exercício da tolerância, paciência, negociação e argumentação. É ou não é?</p>
<p>Fico daqui imaginando que pensar que essas diferenças de ideias e visão de mundo não podem existir entre um casal é ilusão. A questão é: como lidar com isso? Não tenho uma dúvida sequer de que a forma como gerenciamos isso reflete na convivência diária. Eu acredito que os reflexos da existência de negociação, concessões e partilhas, ou a ausência disso tudo, é que pode dar ares de casamento feliz – ou não – em uma relação. Você já pensou sobre isso?</p>
<table align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/taças.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4816" title="taças" src="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/taças-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></a></td>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quando o casamento se revela numa parceria que dá certo, imagino que muitas mulheres devem se perguntar como eu mesma faço: por que eu não casei antes?… e devem concluir que casar é bom demais, não é?</p>
<p>É por essas e outras que posso afirmar em alto e bom tom: há, sim, vida após o casamento. Quem quiser que faça coro comigo, e incentive quem quiser casar…</p>
<p>Texto originalmente publicado no<a href="http://www.mangacompimenta.com/2010/01/ha-vida-apos-o-casamento.html" target="_blank"> Manga com Pimenta</a>.</p>
<p>Imagem: <a href="http://freerangestock.com/index.php" target="_blank">freerange</a></p>
<p><strong>Quer ler mais sobre casamento? </strong></p>
<p><a href="http://www.bichafemea.com/2010/05/14/casamento/"><strong><em>Quando a gente resolve se casar…</em></strong></a></p>
<p><a href="http://www.bichafemea.com/2009/08/27/do-que-a-boa-conversa-pode-fazer-por-um-casal/"><strong><em>Do que a boa conversa pode fazer por um casal.</em></strong></a></p>
<p><a href="http://www.bichafemea.com/2010/04/23/das-melhores-bobeiras-de-amor%e2%80%a6/"><strong><em>Das melhores bobeiras de amor.</em></strong></a></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2009/10/05/j-no-h-homens-como-antigamente-que-bom/">Já não há homens como antigamente? Que bom!</a></em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2010/05/12/enteado-casamento/" target="_self">Enteado a vista no casamento: e agora?</a></em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Expectativas reais, você tem?</title>
		<link>http://www.bichafemea.com/2010/06/28/emagrecimento-expectativas/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 15:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidiane Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicha Fêmea Colaboradora]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Kotaka]]></category>

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		<description><![CDATA[Expectativas reais, você tem? Sempre que  estamos envolvidos em um novo relacionamento, trabalho, ou mesmo um novo método de emagrecimento, temos expectativas  quanto ao desenrolar da situação em questão. Mas observamos uma tendência de potenciar essas expectativas a ponto de causar a nós mesmos uma grande decepção. Idealizamos, sonhamos e perdemos a noção do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="dropcap-first">
<p style="text-align: center;"><strong><em>Expectativas reais, você tem?</em></strong></p>
<p>Sempre que  estamos envolvidos em um novo relacionamento, trabalho, ou mesmo um novo método de emagrecimento, temos expectativas  quanto ao desenrolar da situação em questão.</p>
<p>Mas observamos uma tendência de potenciar essas expectativas a ponto de causar a nós mesmos uma grande decepção. Idealizamos, sonhamos e perdemos a noção do que é real e possível em nosso novo empreendimento, e acabamos sofrendo, pois a realidade nos causa uma grande desilusão.</p>
<p><span id="more-4820"></span></p>
<p>O caminho mais seguro para que isso não ocorra, é fazer uma breve avaliação das possibilidades de sair vencedor . Sair de cena e ficar nos bastidores, observando os prós e contras de determinada situação dar certo ou o pior, ir para o ralo abaixo.</p>
<p>Quando nos afastamos de uma  situação e fazemos uma pré avaliação do andamento e percurso a se percorrer para o alcance de um objetivo,  podemos ter a noção de uma realidade mais fidedigna, não nos frustrando tanto quando não alcançamos o resultado almejado.</p>
<p>Esse processo é muito importante quando decidir iniciar sua reeducação alimentar, pois regimes e dietas são contraproducentes, então faça certo desde o início. Você precisa ter em suas mãos o controle da sua ingestão alimentar, pois comer é para se nutrir, e não para preencher um vazio, ou um processo de ansiedade frente a outras situações a que possa estar exposto diariamente.</p>
<p>Portanto, o ideal é traçar metas realistas, para que a frustração não seja obstáculo frente a sua determinação de vencer. Emagrecer aos poucos é a melhor forma de manter o peso magro, lembrando que “dietas” ou “regimes” restritivos levam a compulsão, atrasando seu objetivo inicial que é a perda de peso.</p>
<p>A reeducação emocional e alimentar é o caminho do sucesso para qualquer processo de perda de peso, pois o objetivo é aprender a comer de forma adequada, somente por fome, e sentir-se leve e tranquilo com as escolhas alimentares.</p>
<p>“Planejar é decidir de antemão qual é, e como será a sua vitória.”</p>
<p>( Rhandy di Stefano )</p>
<p><strong><em>Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica</em></strong></p>
<p>Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares</p>
<p><a href="http://blog.comportamentomagro.com.br/" target="_blank">WWW.comportamentomagro.com.br</a></p>
<p>Curitiba – PR</p>
<p><strong>Quer ler mais sobre emagrecimento e reeducação alimentar com consciência?</strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2010/05/28/escolha-alimentos-saudaveis/">Alimentos gordurosos versus escolhas saudáveis</a></em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2010/03/01/bicha-femea-colaboradora-%e2%80%93-luciana-kotaka-2/">O peso ideal é aquele que se sente bem…</a></em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2010/02/02/bicha-femea-colaboradora-%e2%80%93-kilza-miranda/">Erros comuns que podem estragar sua dieta.</a></em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2010/01/26/bicha-femea-colaboradora-%e2%80%93-luciana-kotaka/">Emagrecimento e organização</a></em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2010/01/13/bicha-fmea-colaboradora-luciana-kotaka/">Comer bem para viver melhor</a></em></strong></p>
<p><strong><em>Quer publicar seu texto no Bicha Fêmea também? Então, <a href="http://www.bichafemea.com/colabore/">seja uma Bicha Fêmea Colaboradora!</a></em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Organização como blogueira: faz alguma diferença?</title>
		<link>http://www.bichafemea.com/2010/06/11/organizacao-blogosfera/</link>
		<comments>http://www.bichafemea.com/2010/06/11/organizacao-blogosfera/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 12:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidiane Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho certeza que você não tem dúvidas, assim como eu não tenho, de que o acesso a informações na blogosfera facilita muito a nossa vida. Mas o excesso delas, e a ausência de gestão sobre essa leva de dados, pode causar um certo estresse. É ou não é? Foi exatamente nisso que pensei quando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="dropcap-first">Tenho certeza que você não tem dúvidas, assim como eu não tenho, de que o acesso a <strong>informações</strong> na<strong> blogosfera</strong> facilita muito a nossa vida. Mas o excesso delas, e a ausência de <strong>gestão</strong> sobre essa leva de dados, pode causar um certo estresse. É ou não é?</p>
<p>Foi exatamente nisso que pensei quando a Lelê, que escreve no blog “<a href="http://blog.casadecatarina.com.br/" target="_blank">Casa de Catarina</a>”, me questionou como eu gerenciava as visitas <em>bloguísticas</em> que faço, e sugeriu que esse fosse um tema a ser debatido aqui com você, que também navega pela blogosfera e visita inúmeros blogs.</p>
<p><span id="more-4713"></span></p>
<p>Desde que entrei para o mundo <em>bloguístico,</em> eu me encantei com as possibilidades de troca de ideias e aprendizagem com pessoas “gente da gente”, em sua maioria dispostas a interação. Essa é a principal vantagem dos blogs, em detrimento dos grandes sites, que são impessoais. Ocorre que a gente conhece um blog aqui, outro ali, e mais outro lá, e se não tivermos cuidado, navegamos a esmo sem foco e propósito. E quem tem tanto tempo para isso? Eu não tenho!</p>
<p><strong>O meu objetivo é aprender interagindo.</strong> Por isso, eu <strong>busco </strong>conteúdos interessantes e que me acrescentem algo, mas eu prefiro blogs cujas blogueiras estão dispostas a interagir comigo também, porque todo blogueiro que prestigia quer ser prestigiado, certo?</p>
<p>Quando o Bicha Fêmea recebia menos visitas, eu não precisava de controle algum. Essa necessidade foi surgindo conforme o aumento da audiência com comentários. Então, para isso, eu me organizei. Eu <strong>identifico</strong> quem comenta no Bicha Fêmea em uma planilha, de modo que quando eu dedico meu tempo a visitar outras blogueiras, já sei onde vou e não fico desorientada, sem foco. Tem coisa pior que não ter foco?</p>
<p>Eu visito prioritariamente, mas não exclusivamente, quem comenta no Bicha Fêmea. Quando faço minhas visitas, todavia, não me sinto obrigada a comentar. Eu acredito no comentário sincero e espontâneo, é o que espero de quem comenta por aqui, e é isso o que faço blogosfera afora. Não faz sentido, para mim, comentar qualquer coisa, de qualquer jeito. Eu leio os posts da blogueira, e <strong>classifico </strong>os que comento a partir do interesse que eu tenho pelo que está escrito. Se me sinto á vontade para comentar, eu o faço. Se, por outro lado, o post não me instigou, não comento. Há como ser diferente?</p>
<table align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/mulher-no-computador.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4710" title="mulher no computador" src="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/mulher-no-computador-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></td>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>Uma vez que eu identifiquei qual a prioridade em minhas visitas, e o conteúdo pareceu interessante a ponto de me sentir motivada a comentar, eu <strong>processo</strong> e decido, aqui na minha cabecinha pensante… <em>cof cof cof</em>…, se quero <strong>disseminar</strong> o que eu li. Se eu decido que quero divulgar aquele conteúdo, eu <strong>armazeno</strong> aquela fonte para disseminá-la no Twitter (<strong><em><a href="http://twitter.com/bichafemea" target="_blank">me segue</a></em></strong>?!) e no Orkut (<strong><em><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=5161612886294499900" target="_blank">me adiciona</a></em></strong>?!). Quando eu completo o ciclo de <strong>busca</strong>, <strong>identificação</strong>, <strong>classificação</strong>, <strong>processamento</strong>, <strong>armazenamento</strong> e <strong>disseminação</strong> de conteúdo, eu concluo que<strong> isso é aprender interagindo</strong>, e é quando estar presente na blogosfera faz todo o sentido para mim.</p>
<p>Esse é o meu jeito de gerenciar minhas ações na blogosfera, e não me perder num emaranhado de coisas para fazer no mundo virtual. Tem sido assim a forma que uso para me prevenir do estresse que estar na blogosfera pode causar, e creio que tem dado resultado, porque só tenho saldo positivo disso tudo.</p>
<p>Espero ter ajudado a Lelê com minha experiência pessoal como blogueira, e tenho certeza que ela quer ouvir tua opinião também, bonita. Conta aí: <strong>como você gerencia</strong> as <strong>visitas e comentários</strong> que faz na blogosfera? A <strong>quantidade de blogs a ser visitado</strong> já <strong>te causou estresse </strong>e<strong> ansiedade</strong>?</p>
<p><em>Imagem: </em><a href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><em>stock.xchng</em></a></p>
<p><strong>Organização facilita a vida de qualquer mulher, não é? Quer ler mais sobre o assunto?</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.bichafemea.com/2010/04/30/organizacao-pessoal/"><em>Organização pessoal: você deixa as coisas acontecerem ou faz acontecer?</em></a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>45</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você é confiante?</title>
		<link>http://www.bichafemea.com/2010/05/21/auto-estima-confianca-mulher/</link>
		<comments>http://www.bichafemea.com/2010/05/21/auto-estima-confianca-mulher/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 11:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidiane Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicha Fêmea Colaboradora]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana Kotaka]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é confiante? Como vemos é um tema corriqueiro em nossas vidas: ter confiança. Porém entre saber e o sentir, se abre um imenso abismo. Sensação de impotência, de fracasso, de inutilidade… Podemos citar várias situações que englobariam comportamentos, que deixam claro essa sensação de falta de confiança. Muitas são as alternativas para buscar mudanças, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="dropcap-first">
<p style="text-align: center;"><strong><em>Você é confiante?</em></strong></p>
<p>Como vemos é um tema corriqueiro em nossas vidas: ter confiança. Porém entre saber e o sentir, se abre um imenso abismo. Sensação de impotência, de fracasso, de inutilidade… Podemos citar várias situações que englobariam comportamentos, que deixam claro essa sensação de falta de confiança.</p>
<p>Muitas são as alternativas para buscar mudanças, desde livros sobre o tema, até terapias para fortalecimento do EU. Mas o que me chama a atenção, é como as pessoas têm difículdade de  buscarem ajuda. Quanta resistência, quanto tempo perdido.</p>
<p><span id="more-4653"></span></p>
<p>E como esse sentimento vem de dentro, da relação que temos com nós mesmos, não tem como alguém o fazer por você. Isso mesmo, você precisa compreender que somente VOCÊ tem o poder de provocar mudanças. Fazer as pazes com sua família, amigos, com o trabalho que desempenha, com os filhos, com seu corpo…</p>
<p>Quantos resgates são necessários para aprendermos a nos olhar com mais carinho, nos permitindo a oportunidade de nos cuidar, de nos dar um colinho , nos respeitar? Auto estima, que palavra simpática, mas que tem uma função importante em nossa vida. Ela acaba por determinar nossas escolhas, nossos fracassos…</p>
<p>Dependendo da forma que você se enxerga, acaba por determinar muitas de suas ações. O que quero dizer é que, de alguma forma, escolheu esse momento que está, da forma que se encontra. Então, o que acham de mudar esse processo e buscarem ajuda?</p>
<p>Escolham a forma que for mais conveniente, mais acessível, mas vá, busque a mudança, busque se amar… Como digo sempre:  Amar- se é o caminho mais curto para sermos felizes!</p>
<p>Um bom recomeço para você!</p>
<p><strong><a href="http://blog.comportamentomagro.com.br/" target="_blank">Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica</a></strong></p>
<p>Especialista em Obesidade  e Transtornos Alimentares</p>
<p>Curitiba – PR</p>
<p><strong>Quer ver seu texto publicado no Bicha Fêmea? Então <a href="http://www.bichafemea.com/colabore/">seja uma bicha fêmea colaboradora</a>!</strong></p>
<p><strong>Mais no Bicha Fêmea&#8230;</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.bichafemea.com/2010/05/03/auto-estima/" target="_self">Como sentir-se confiante.</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bichas Fêmeas em Debate: filho de ecomãe, ecofilho é?</title>
		<link>http://www.bichafemea.com/2010/05/19/educacao-ecologica-criancas/</link>
		<comments>http://www.bichafemea.com/2010/05/19/educacao-ecologica-criancas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 May 2010 11:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidiane Vasconcelos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bichafemea.com/?p=4647</guid>
		<description><![CDATA[Alguém ainda duvida que o exemplo de uma mãe pode exercer influência no comportamento das crianças em vários aspectos, inclusive na consciência ecológica dos nossos futuros adultos? Sobre tantas outras posturas, nós já conversamos sobre a importância de servir como um bom modelo para a educação das crianças, lembra? Felizmente, muitas mães levam isso muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="dropcap-first">Alguém ainda duvida que o <strong>exemplo</strong> de uma <strong>mãe</strong> pode exercer <strong>influência</strong> no <strong>comportamento</strong> das <strong>crianças</strong> em vários aspectos, inclusive na <strong>consciência ecológica</strong> dos nossos futuros adultos?</p>
<p>Sobre tantas outras posturas, nós já conversamos sobre a importância de servir como um bom <strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2009/11/16/e-a-educao-vem-mesmo-de-bero/">modelo para a educação das crianças</a></em></strong>, lembra? Felizmente, muitas mães levam isso muito a sério, e estão <em>antenadas</em> com as demandas atuais, contribuindo com suas posturas ecológicas, e formando futuros cidadãos que, sim, podem mudar o mundo. Alguém subestima esse poder? Eu é que não…<em>cof cof cof</em>…</p>
<p><span id="more-4647"></span></p>
<p>Imagino que ao tornar-se mãe, a mulher adquire um poder <em>superultramega</em> secreto de enxergar além, e perceber o que é melhor para o bem-estar dos filhos. E se isso inclui mudar hábitos que ela trouxe da infância dela, sem problemas. A mãe encara esse desafio. Essa mudança de postura das mães de hoje em dia, em casa, pode ser resultado do que vem acontecendo em algumas escolas, felizmente. Foi o que houve com Claudia Medeiros, blogueira que comanda o “<a href="http://www.sefossenaminhacasa.blogspot.com/" target="_blank">Se Fosse Na Minha Casa</a>”: “<em>desde que <strong>minha filha</strong> Luíza tinha seus 4 anos, mais ou menos, e <strong>começou a aprender na escola sobre reciclagem e coisas do tipo</strong>, passamos a <strong>separar o lixo</strong> daqui de casa. Começamos de leve e hoje é uma prática cotidiana &#8211; <strong>vidro, papel, metal e plástico nunca vão para o lixo comum</strong></em>.”, revela.</p>
<p>Luíza parece mesmo ter provocado uma revolução na casa de Claudia quando chegou com suas ideias revolucionárias, e isso mudou a cabeça da mãe de tal forma que o pequeno herdou os melhores resultados disso tudo. Hoje a preocupação desta mãe ecologicamente correta é a de reproduzir tudo o que tem aprendido para o filho pequeno, e conta: “<em>com o Pedro Henrique, que irá completar 4 anos em setembro, não é diferente, ele sabe que os <strong>potinhos de yakult, danoninho e etc vão para o lixo separados</strong>. Tudo isso é conversado aqui em casa, porque acredito que assim como minha filha despertou minha consciência ecológica lá atrás, eu tenho obrigação de passar isso ‘pro filho menor, que ainda tem muito a aprender, mas já sabe que <strong>lixo nenhum pode ser jogado no chão</strong>.</em>”</p>
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<td><a href="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/mãe-e-filhos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4652" title="mãe e filhos" src="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/mãe-e-filhos-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a></td>
<td> </td>
</tr>
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<p style="text-align: center;"> <em>Claudia e os filhos, Luíza e Pedro Henrique: consci6encia ecológica de filha para mãe, e de mãe para filho.</em></p>
<p>E as mudanças vão muito mais além, porque os esforços da família são em busca de um modelo de moradia sustentável. Quer ver? Olha o que andam fazendo lá na casa da Claudia: “<em>aqui em casa temos uma <strong>piscina</strong>, que é <strong>abastecida com água da chuva</strong>, usamos a<strong> água da máquina de lavar para regar o gramado</strong> e marido está criando um <strong>sistema de captação da água da chuva para usarmos também para outros fins</strong></em>.” Olha aí! <em>Viu</em>?!</p>
<p>Outro avanço significativo tem ocorrido na casa da Flávia Zocoler, que edita o “<a href="http://www.acasadafla.blogspot.com/" target="_blank">Casa da Flá</a>”. Por lá, a postura ecológica está no dia a dia, com os hábitos já tão propagados por aí: <strong>separação de lixo, consumo consciente, produção baixa de resíduos domésticos, uso de <em>ecobags</em>, etc.</strong> Mas o que chama mesmo a atenção é o costume que Flávia passa ás pequenas de valorizar objetos antigos, digo, o esforço em ensinar a reutilizar objetos que, a princípio, teriam como destino o lixo. “<em>Pensamos em valorizar objetos que têm história, vistos pela meninada de hoje em dia como lixo. Quando fomos comprar o piano da Sophia descobrimos que os instrumentos produzidos antigamente têm um som incomparável aos de hoje em dia. Isso se deve principalmente a madeira usada nesses instrumentos, hoje substituída pelos compensados e similares. Por isso, optamos por um piano da década de 40, carente de cuidados mas com um timbre maravilhoso. Antes da reforma era nosso monstrinho, mas hoje reina absoluto, tendo recuperado sua beleza de outrora</em>.”, explica.</p>
<p>A propósito, já debatemos e concluímos que <strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2009/06/28/mveis-e-objetos-usados-lixo-no-doao-sim/">o lugar de móveis e objetos usados não é o lixo</a></em></strong>, não foi?! Olha lá, hein?!. Na família da Flávia isso está bem disseminado, e o valor desses objetos com história está cada vez mais reconhecido por lá. “<em>Gostamos tanto da ideia que esta semana adotamos outro &#8220;monstrinho&#8221;, um Harmônio da década de 30 que com um pouquinho de carinho em breve será o irmãozinho do piano na sala</em>.”, confessa a bonita.</p>
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<td><a href="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/irmãs.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4648" title="irmãs" src="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/irmãs-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></td>
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</tr>
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<p style="text-align: center;"> <em>Sophia e Olívia, filhas de Flávia: aprendendo a reconhecer valor no que antes parecia ser lixo.</em></p>
<p><em>&#8220;Acreditamos que atitudes como essa, de resgatar a produção das gerações anteriores a nossa mostre aos nossos pequenos que <strong>o descartável, o mais barato que vai durar pouco, nem sempre é a melhor opção</strong> e criem a base para o <strong>consumo consciente</strong> que precisamos aprender</em>.”, ensina a Flávia.</p>
<p>Tudo isso só vem mesmo contribuir para uma sociedade muito melhor no futuro, porque criança que cresce num ambiente com hábitos saudáveis tende a achar estranho o contrário. É ou não é o começo de uma revolução? E os ecos disso tudo já estão presentes na casa de Ana Carla Benet, blogueira que cuida do “<a href="http://anabenetartes.blogspot.com/" target="_blank">Ana Benet Artes</a>”. Por lá, suas atitudes na educação da filha já deram tão certo, que ambas já trabalham juntas para mudar os hábitos do pai: “<em>Nós, na verdade, fazemos isso juntas, uma controlando a outra, e as duas controlando o pai dela ! Ensinei a <strong>não desperdiçar água no banho, enquanto escova os dentes, etc.</strong> E quando ela acha que alguém está desperdiçando, me diz: Mãe, temos que conservar a água, fecha depressa !!!!”,</em> revela.</p>
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<td><a href="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Mãe-e-filha.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4649" title="Mãe e filha" src="http://www.bichafemea.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/Mãe-e-filha-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></td>
<td> </td>
</tr>
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<p style="text-align: center;"><em>Gabriella e Ana Carla: poderosas e juntas no controle dos hábitos do pai e marido.</em></p>
<p>O fato dos hábitos do passado soarem esquisitos para as crianças de hoje em dia é algo louvável, e o futuro agradece. É pelas crianças mesmo que as mudanças devem passar. “<em><strong>Luz acesa sem necessidade, jogar lixo por aí (fora do local correto), são coisas que ela não tolera</strong>. E olha que ela só tem 4 aninhos!”</em>, conta Ana, cheia de orgulho, sobre a pequena Gabriella.</p>
<p><strong>Agora eu pergunto: resta ainda alguma dúvida que somos hoje diretamente responsáveis pelo bem-estar das gerações futuras? Suas atitudes revelam essa preocupação, bonita?!</strong></p>
<p><strong>Mais no Bicha Fêmea…</strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2009/11/16/e-a-educao-vem-mesmo-de-bero/">E a educação? Vem mesmo de berço?</a></em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.bichafemea.com/2009/06/28/mveis-e-objetos-usados-lixo-no-doao-sim/">Móveis e objetos usados: lixo? Não. Doação? Sim.</a></em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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